terça-feira, 14 de março de 2017

ENEC III - UMA OPÇÃO ESPIRITUAL DURANTE O CARNAVAL


Pelo terceiro ano seguido o Lar Espírita Mãos de Amor - LEMA, abriu suas portas para abrigar, em dois dias, os espíritas que optaram em passar o feriado de carnaval em um lugar agradável, tanto pelo cenário da natureza, por tratar-se de zona rural, quanto pelo clima vibracional do evento. Vinte e cinco pessoas participaram do encontro cujo tema foi: Entre a Terra e o Céu. Foram realizados debates, dinâmicas, reflexões em clima informal, mas com base doutrinária. Laços foram estreitados e mais uma família espiritual se formou. Reunindo representantes de diferentes Casas Espíritas, esse evento demonstra a importância da união para o fortalecimento da Causa Espírita. União essa que só é possível pela afetividade e sempre sob as bênçãos de Jesus.
Espíritas amai-vos (estreitando os laços) e instruí-vos (edificando as conversas). A advertência do Espírito Verdade tornando-se o lema do encontro: Cativar e doutrinar-se no evangelho de Jesus.



Iniciando o Encontro


Apresentação dos Participantes




Alguns Expositores e Coordenadores de dinâmica


Silvano Mariano Barbosa (Santo André - SP)


Alessandra Lemos (CEFEC- Itajubá)


Amanda Gomes (Gr. Espírita Manuel Bento - São Paulo)

Alimentação




Banho de Natureza



Reflexão sobre a Parábola do Semeador



Dinâmicas




Momento de Arte







Encerramento ao entardecer 




JOVENS SE REÚNEM DURANTE O CARNAVAL NO SUL DE MINAS

O EMEC (Encontro de Mocidades Espíritas no Carnaval) reúne as Mocidades das Casas Espíritas de Itajubá, Santa Rita do Sapucaí e Pouso Alegre.
Nesse ano de 2017 o tema do EMEC V foi “ Minha Casa”. O objetivo foi oportunizar aos jovens, uma volta ao passado e perceber os erros cometidos em seu próprio caminho, em sua casa. Descobrir onde estamos e o que fazer para reescrever a vida de forma correta. A recepção foi uma festa de ano novo, só que o ano era 2057. Depois, os jovens foram atravessando túneis que recuavam no tempo. Cada túnel levava a uma época da história: época de Jesus, Idade Média, Inquisição, II Guerra Mundial. Foram momentos de muito debate,reflexão, dinâmicas e arte. Houve também, muita emoção com lágrimas, risos e memórias. São momentos que ficam marcados de forma indelével na memória desses jovens e fazem a diferença na sua escalada evolutiva.  

































ENCONTROS ESPÍRITAS NO CARNAVAL DO SUL DE MINAS



Geraldo Campetti Sobrinho (vice-presidente da FEB - Federação Espírita Brasileira) escreveu um texto sobre o carnaval dizendo que todos nos conectamos, através do pensamento, com os que nos são afins, em relação a gostos, interesses e ações. O autor fez um alerta sobre o carnaval, que guarda íntima relação com o conúbio de energias entre os dois planos da vida, o físico e o espiritual, alimentado pelos participantes, que se deleitam em intercâmbio de fluidos materialmente imperceptíveis à maioria dos carnavalescos encarnados.
Campetti lembrou que o Espiritismo não condena o carnaval, mas, também, não estimula suas festividades, porque nesse período são cometidos excessos de todos os graus, com abusos e desregramentos no âmbito do sexo, das drogas, da violência: exageros que extravasam desequilíbrio e possibilitam a atuação de Espíritos inferiores que se locupletam com a alimentação de fluidos densos e formadores de uma ambiência espiritual de baixo teor vibratório. 
O autor sugere que o espírita verdadeiro deveria aproveitar o feriado prolongado para estudar, trabalhar, ajudar os outros e conectar-se com o Plano Maior da Vida em elevada festividade espiritual que nos faz bem, proporcionando real alegria e plenitude ao Espírito imortal. 
Comungando com estas ideias, o Movimento Espírita do Sul de Minas (23o CRE) realizou dois encontros no período de carnaval: o EMEC V (5o Encontro de Mocidades Espíritas no Carnaval) na cidade de Pouso Alegre e o ENEC III ( 3o Encontro Espírita no Carnaval), na cidade de Santa Rita do Sapucaí. 
É o Movimento Espírita oportunizando alternativas para se aproveitar o feriado prolongado e ainda contribuir com a psicosfera da região, numa prática do bem prazerosa, familiar e descontraída, fundamentada nos princípios Espíritas.  




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

domingo, 15 de janeiro de 2017

ENEC III

26 E 27 de fevereiro de 2017 (Vagas Limitadas)
Informações para inscrição no site:
www.lema.org.br
Local: Lar Espírita Mãos de Amor – Bairro Vintém, Zona Rural de Santa Rita do Sapucaí – MG.

·      Dois dias de retiro espírita:
Início: 08h00min do dia 26 de fevereiro (domingo);
Término: 17h30min do dia 27 de fevereiro (segunda);
Sistema de alojamento ou Camping no local (Obrigatório levar colchonete).

·      Inscrições até o dia 03 de fevereiro de 2017 ou até as vagas se esgotarem: 
pelo e-mail: lema.srs@outlook.com

Valor (para custeamento das despesas):
·      Individual R$ 45,00
·      Casal: R$ 80,00

domingo, 11 de dezembro de 2016

O PASSE ESPÍRITA



O PASSE NA VISÃO DE HERCULANO PIRES

De acordo com Herculano Pires, o passe espírita é simplesmente a imposição das mãos, usada e ensinada por Jesus, como se vê nos Evangelhos. Origina-se das práticas de cura do cristianismo primitivo, marcado por rituais, como o sopro, a fricção das mãos, ou mesmo, a aplicação de saliva e barro no doente.
O autor alerta para fato de Jesus agir sempre de maneira anti-ritual, sugerindo que as descrições, feitas entre quarenta e oitenta anos após sua morte, terem sido influenciadas pelos costumes religiosos da época. Até porque a proposta de Jesus era justamente afastar os homens das superstições vigentes à época. As incoerências históricas podem ter vindo dos evangelistas, e não de Jesus.
O passe espírita não comporta as encenações e gesticulações em que hoje o envolveram alguns teóricos improvisados, geralmente ligados a antigas correntes espiritualistas de origem mágica ou feiticista.
Herculano é enfático ao afirmar que todo o poder e toda a eficiência do passe espírita dependem do Espírito e não da matéria, da assistência espiritual do médium passista e não dele mesmo.
Palavras do autor: Espíritos realmente elevados não aprovam, nem ensinam práticas e técnicas do passe, que não sejam a prece e a imposição de mãos. Toda a beleza espiritual do passe espírita, que provém da fé racional no poder espiritual, desaparece ante às ginásticas pretensiosas e ridículas gesticulações.
O autor reforça que a forma de se erguer as mãos para o alto para suposta captação de fluidos pelo passista, mãos abertas sobre os joelhos, pelo paciente, para melhor assimilação fluídica, braços e pernas descruzados para não impedir a livre passagem dos fluidos, dentre outras práticas, só servem para ridicularizar o passe, o passista e o paciente. A formação das chamadas pilhas mediúnicas, com o ajuntamento de médiuns em torno do paciente, as correntes de mãos dadas (correntes magnéticas) ou de dedos se tocando sobre a mesa – condenadas por Kardec – nada mais são do que resíduos do mesmerismo antigo, inúteis, supersticiosos e ridicularizantes.
Herculano classifica como tolices essas práticas, que seriam resultantes do apego humano às formas de atividades materiais. Segundo ele, queremos dirigir, orientar os fluidos espirituais como se fossem correntes elétricas e manipulá-los como se a sua aplicação dependesse de nós.
O autor lembra também que o passista espírita consciente, conhecedor da doutrina e suficientemente humilde para compreender que ele pouco sabe a respeito dos fluidos espirituais – e o que pensa saber é simples pretensão orgulhosa – limita-se à função mediúnica de intermediário. Se pede a assistência dos Espíritos, com que direito se coloca depois no lugar deles? Muitas vezes os Espíritos recomendam que não se faça movimentos com as mãos e os braços para não atrapalhar os passes.
O passe espírita é PRECE, CONCENTRAÇÃO e DOAÇÃO. Quem reconhece que não pode dar de si mesmo, suplica a doação dos Espíritos. São eles que socorrem aqueles por quem pedimos, não nós, que em tudo dependemos da assistência espiritual.
Palavras de Herculano Pires, eminente pesquisador espírita das décadas de 1960 e 1970 e que, segundo observou Emmanuel (mentor de Chico Xavier) foi o “metro que melhor mediu Kardec”. Bastante propícias essas observações para os dias de hoje, quando vemos tantas ‘novidades’ sendo incorporadas aos Centros Espíritas, de forma desnecessária.

REFERÊNCIA
PIRES, J. Herculano Obsessão, O Passe, A Doutrinação 5. ed. São Paulo: Paideia, 1992.



sexta-feira, 7 de outubro de 2016

EMEI – ENCONTRO DE MOCIDADES ESPÍRITAS DE ITAJUBÁ


Pelo décimo ano seguido aconteceu em Itajubá o Encontro de Mocidades Espíritas de Itajubá - EMEI, uma iniciativa do Núcleo Espírita Fraternidade e Amor – NEFA. O tema desse ano foi: “Enquanto isso...”.
O objetivo desse tema foi proporcionar algumas reflexões com os jovens sobre o que acontece na vida dele e o que tem sido feito enquanto isso. A principal reflexão refere-se ao fato dele participar desses eventos como o EMEI, e, no decorrer do ano, o que ele tem feito, enquanto espera pelo próximo encontro? “Enquanto isso”... o que acontece?
O EMEI desse ano foi especial, por tratar-se do décimo encontro. Uma ideia que teve como protagonistas os coordenadores da Mocidade “Fonte Viva” do NEFA-Itajubá, Edmilson Marmo Moreira e Eliângela, mais conhecida como Lili.
No primeiro EMEI, a ideia inicial era reunir os ex participantes da Mocidade desse Centro para comemorar o aniversário da sua criação, que ocorreria em setembro daquele ano.  Ao contrário do que se esperava, ao invés de acontecer o encontro entre os ex participantes, aconteceu a chegada de vários jovens, inclusive de outras cidades, demonstrando a necessidade de se criar um encontro oficial entre mocidades na região.
Nesse EMEI inicial houve a presença de 28 jovens, e aconteceu no espaço de lazer da fábrica Mahle Metal, em Itajubá. No segundo ano o número de jovens aumentou para 35. O terceiro aconteceu na área de lazer de outra fábrica, a Helibrás – fábrica de helicópteros, com a presença de 28 jovens. Para o quarto, foram 34 jovens e aconteceu nas dependências da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Itajubá – FEPI. Para o quinto encontro pensou-se em uma proposta mais ousada, realizá-lo em dois dias, com os jovens dormindo no local do evento, no caso, o Sítio Sonho Meu, na cidade de Piranguinho, bem próxima de Itajubá, com 30 jovens. A partir desse encontro todos os demais vem acontecendo em dois dias. No sexto foram 56 pessoas, no mesmo sítio. A partir daí percebeu-se que o local não comportaria mais jovens, devido ao número de inscrições que só crescia ano a ano. No sétimo foram 73 pessoas entre jovens e pessoas mais adultas. Ocorrendo então na Escola Estadual Antônio Rodrigues de Oliveira – Polivalente, em Itajubá. Nesse mesmo local aconteceram os demais, o EMEI 8 com a presença de 74 pessoas e o EMEI 9 com a presença de 76 pessoas e o desse ano, com 56 pessoas.
Um fato interessante decorrente desses encontros foi o surgimento de novas ideias, advindas dos próprios jovens. Desde 2013 ocorre o EMEC – Encontro de Mocidades Espíritas no Carnaval. Acontece na cidade de Pouso Alegre, com a participação das mocidades da região. Houve também a criação da Mocidade Itinerante, quando, trimestralmente, as mocidades se visitam, com encontros e atividades descontraídas, alegres, mas com caráter doutrinário. Esse projeto recebeu o nome de “Jornada 459 – Juventude Espírita da estrada da Evangelização”, o número refere-se à BR 459, que liga as cidades onde o projeto acontece. 
Cada EMEI tem um tema específico para ser desenvolvido com atividades, estudo e muita discussão, com um aprendizado para a vida toda. Esse ano quando os jovens entraram no local do encontro, perceberam que estavam entrando num inusitado cenário:  um charmoso vilarejo com diversos ambientes como Biblioteca, Cinema, Parque, Hotel, Restaurante, Centro Espírita, Universidade, com vagas limitadas, horários de funcionamento. Tudo  funcionava  a  partir  de  uma  ‘bilheteria’  para  que  todos  os  jovens  pudessem  visitar  todos  os ambientes. Havia  uma tarefa  secreta: desvendar os  mistérios que envolveram um jovem, uma família desesperada, e que  descortinava a solução de um crime. Isso  movimentou  de  forma  dinâmica  e  curiosa  todos  os envolvidos. Os jovens ficaram entusiasmados em tempo integral. Foi inusitado!  Foi criado um ‘caso’ e nos dois dias do encontro, foram espalhadas pistas, dicas, sugestões, algumas falsas, a fim de confundir os detetives e outras verdadeiras, mas em códigos. Foi um encontro divertido, diferente e muito, muito emocionante! 
Para cada jovem que tem participado desses encontros, ou os que ainda não conseguiram se inscrever, vale dizer que essa emoção, expressa em 4 letras, não é apenas EMEI... é... AMOR!
"Vem, vem, vem você também... ser feliz como ninguém... Geração EMEI que faz... todo mundo vibrar a paz" - Visite nosso sonho: http://encontroemei.weebly.com
MOCIDADE ESPÍRITA FONTE VIVA
NÚCLEO ESPÍRITA FRATERNIDADE E AMOR – NEFA
Av. José Santana Rodrigues 414 – Bairro Boa Vista Itajubá
Reuniões aos sábados 16:30 – entrada franca.







Coordenadores Edmilson e Lili (NEFA)







ESTÊVÃO

A história de Estêvão no Evangelho começa com um diálogo entre os discípulos de Jesus que continuaram seu trabalho atendendo aos mais necess...